A Pharmacia Silva Bueno tem como missão principal melhorar a relação entre médicos e pacientes, através de uma atuação farmacêutica responsável, manipulando todas as fórmulas magistrais preescritas com excelência, e de acordo com todas as normas estabelecidas para o setor farmacêutico magistral.
A Pharmacia Silva Bueno garante que seus laboratórios passam por rigoroso monitoramento do processo magistral e atenção às Boas Práticas de Manipulação em Farmácia, trabalhando somente com fornecedores qualificados e capacitando seus colaboradores sempre na busca de satisfazer as suas necessidades
A História
Com mais de 124 anos de existência, a Pharmácia Silva Bueno é considerada a mais antiga do Ipiranga e uma das primeiras de São Paulo, levando-se em conta o fato de que ela nunca parou suas atividades. O estabelecimento farmacêutico, fundado por Arlindo Rezende, fica na rua General Lecoresquina com a Silva Bueno. Essa é uma farmácia que tem tradição na região porque sempre teve bons farmacêuticos desde o início de suas atividades.
A histórica farmácia, cujo nome a direção faz questão em manter com “Ph”, não prestou bons serviços apenas à população do Ipiranga. Era comum nas décadas de 1920 e 1930,pessoas virem de outros estados (Minas Gerais e Paraná) e do interior paulista para comprar medicamentos que só existiam na Pharmacia Silva Bueno, na época cápsulas para tratamento de pedras nos rins.
A farmácia começou suas atividades na esquina da Silva Bueno com a LordCockrane.Ali, permaneceu cerca de cinco anos até mudar para o atual endereço, onde está há pelo menos 115 anos. Depois do fundador Arlindo, a farmácia passou a ser administrada por José Sotelo, que a transferiu no início da década de 70 para Avelino Amaral e Jurandir Dias Pinto, em 2009 a administração foi assumida pela família Moraes Gomes Torres e permanece até os dias de hoje.
A Pharmácia Silva Bueno também tem sua história marcada na política brasileira. Nas décadas de 1930 e 1940 era comum intelectuais e políticos se reunirem no local, que recebeu as visitas de pessoas famosas como o escritor baiano Jorge Amado (já falecido), que chegou a ser deputado federal constituinte.
José Sotelo liderou várias lutas. Uma delas foi pela legalização da profissão de farmacêutico, pois no final da década de 50 os supermercados queriam comercializar medicamentos sem qualquer tipo de regulamentação.
José Sotelo foi feliz na sua luta a ponto de ser convidado pelo então presidente Juscelino Kubischek de Oliveira para participar da cerimônia de assinatura da lei que legalizou a profissão de farmacêutico no Palácio da Alvorada em companhia de Ulisses Guimarães e do senador Filinto Müller. Sotelo também entrou na briga para que o Brasil passasse a produzir a penicilina, evitando assim a importação do produto. Atualmente a farmácia conta com uma estrutura moderna e de acordo com normas nacionais e internacionais para manipulação de medicamentos sólidos, semi-sólidos e controlados.







